Às vezes os homens ficam meninos,
para sempre,
brincam de adulteza, no cinza das ruas,
puxam a linha das pandorgas, 
com o fio dos pensamentos.
Enquanto produzem, sonham sorvetes,
nascem de fadas sem asas e pais,
contadores de história,
inventam um mundo para cantar e,
 são felizes, enquanto os cabelos,
viram nuvens alvinhas.

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